É difícil explicar o significado de energia para alguém que não a sente. Ela simplesmente precisa ser experimentada. Algumas pessoas diriam que não são suficientemente sensíveis para senti-la, mas isto não é totalmente verdadeiro. Cada um de nós sente de uma forma particular a energia que nos cerca. Alguns a sentem, enquanto outros a vêem ou ouvem.

A energia se manifesta, muda e se movimenta. Na física, diz-se que a energia jamais é perdida, mesmo que mude de forma. A água torna-se vapor ou gelo quando é drasticamente aquecida ou congelada. O amor que esfria pode transformar-se em ódio ou apatia. Normalmente nos sentimos melhor na presença de uma pessoa energética e positiva do que na presença de alguém que transpira apatia. Geralmente ficamos drenados, de mau humor e vazios depois de estarmos com esse tipo de pessoa.

Todo sentimento ou estado emocional traz certa energia dentro de si, e nós “sentimos” essa energia. Quando vamos para casa e notamos, ao entrar, que nosso companheiro ou companheira não se sente bem, nós sentimos sua energia. Se com freqüência não nos sentimos bem em um determinado lugar, então provavelmente é a energia desse local que nos tira do eixo. Quanto mais sensíveis formos em termos de energia, mais cuidadosos teremos de ser ao escolher os lugares aonde vamos. O crescimento nem sempre é fácil: não só fazemos novos amigos e temos novos insights como também perdemos velhos amigos e velhos hábitos.

O poder do Reiki dentro de nós pode servir em ambos os casos. Quando fazemos um auto tratamento ou tratamos outra pessoa, a energia é posta em movimento em todos os níveis voltando a seu estado natural de equilíbrio. Aprender a perceber a energia a nosso modo é certamente útil, desde que não nos esqueçamos de que mesmo a energia que flui através de nós e ao nosso redor é apenas um fenômeno.

É sempre importante detectar quem sente a energia — quem é que sente a corrente de energia, observa-a, aproveita-a ou é arrebatado por ela? Quem tem a experiência? O santo indiano Ramana Maharashi (1879-1950) recomendou que seus alunos sempre perguntassem a si próprios “quem sou eu?” como uma forma de meditação. Quem é que ouve, vê, sente, experimenta, cheira, fala, é saudável ou doente, nasce e morre? Somente quando focalizamos nossa atenção nesta direção, o trabalho do Reiki se transforma em trabalho sobre nós mesmos.

Somente então ele se torna um caminho espiritual.

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